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1 de março de 2010

Franquias: bons negócios no RN

Para tornar real o sonho de ter o próprio negócio, cada vez mais pessoas vêm optando por fazer parte de uma rede de franquias. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), nem mesmo a crise financeira internacional, que abalou diversos setores da economia entre os anos de 2008 e 2009, foi suficiente para intimidar o crescimento das franquias em todo o mundo. A associação estima que em 2010, haverá um incremento de 15% no faturamento do setor em todo o país, o que significa chegar a um total de R$ 72 bilhões até o final deste ano. Para o Nordeste, o crescimento esperado é de 17%.

Na franquia, há uma relação do empreendedor com uma empresa consolidada, para possibilitar o uso de uma marca que já é forte.
Nesse tipo de negócio, há uma relação do empreendedor com uma empresa consolidada no mercado, para possibilitar o uso de uma marca que já é forte e dispor de serviços de apoio. Dessa forma, o franqueado passa a administrar uma nova empresa a partir de regras estabelecidas pelo franqueador, o que possibilita manter um padrão para aquela marca e a transferência de know-how no segmento.

Dados da ABF mostram que dentre os segmentos com maior crescimento, tanto no número de franquias no país quanto em faturamento, estão os de acessórios pessoais e calçados, alimentação, beleza e saúde e o de moda. O diretor executivo da entidade, Ricardo Camargo, atribui boa parte desse crescimento ao público feminino. De acordo com ele, os segmentos que mais crescem estão bastante ligados ao universo da mulher e isso tem ocorrido devido ao aumento de sua força no mercado de trabalho, em todo o país.

O diretor executivo explica que o sistema de franquias possui algumas particularidades e destaca a importância de existir um bom relacionamento entre franqueador e franqueado, para possibilitar um constante intercâmbio de informações e fortalecer cada vez mais a empresa. “É essencial que haja um diálogo constante, em especial na região Nordeste, que possui tantas particularidades comportamentais e gastronômicas, em relação ao restante do país”, afirma o representante da ABF.

Fonte: Tribuna do Norte

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